13 de setembro de 2011

PÁSSAROS TELEPÁTICOS

Deixar a casa
Bem arrumada

Levar o carro
Pelo chão dos mortos

Sobre o vão central da ponte
O susto de rever
Pássaros telepáticos
Dizendo segredos

O céu é um
Vórtice partido

Voar no risco cortado
No mar azul do céu

Toda plumagem
É aparente

Há paz entre os viventes
Nos portais e jardins de Osteon

O ser alado
Se desfaz
Na linha
Do horizonte


Manoel Olavo

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