14 de setembro de 2011

OUTONO

 
 
São caminhos possíveis
Da folha solta no vento

São desfechos possíveis
Da palavra no silêncio

A folha toca a densidade
Da palavra: pluma na boca

Sua nudez, sua falta,
Seu céu de intimidade

Outono perene de quem,
Em silêncio, desaparece

Manoel Olavo

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