21 de fevereiro de 2012

SOL DE VERÃO

Órfãos da aldeia
Se engalfinham
A palavra cala

Só o corpo
Exposto no ar
Ora por nós

A multidão
Bronzeada
Desatina

Diante do show
Todos parados
Sob o sol

Não há mais
Descanso
À beira-mar

 
Manoel Olavo

UM POEMA DE AMOR

São bocas e olhos e auras e gotas E pernas entrelaçadas Fluente transbordante Minha alma brilha Nesta nova cor que vem da tua ...