2 de fevereiro de 2010

RÉQUIEM PARA UM HERÓI


Abaixo da linha do Equador



No assoalho da civilização ocidental



Um herói nascido a fórceps



Funda cidades onde o mar distante se retira



Canta a alvorada celeste



Lança-se no ar



E explode em mil pedaços



Enquanto agradece os aplausos da multidão



Manoel Olavo

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